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Seguros de vida para tudo e para todos

15.06.2022
Seguros de vida para tudo e para todos
Quando somos proprietários de um bem é prática comum fazer um seguro: Tal acontece com bens valiosos, como uma obra de arte e joia, ou com bens essenciais. como a habitação, viatura, o telemóvel ou o portátil. Em todos nós existe uma clara noção do custo que implica a sua substituição, bem como do risco de perda, o que nos desperta para a necessidade de proteção. 

Mas se temos consciência da importância de proteger os nossos bens, porque negligenciamos a proteção da nossa vida, comprometendo a estabilidade financeira dos que dependem de nós e o cumprimento dos nossos compromissos?

Seja por uma questão cultural por desconhecimento ou por inércia, em Portugal há um baixo índice de consumo de seguros de vida. 

As vantagens deste tipo de solução vão muito para além da proteção para além da tradicional cobertura de morte. É o caso da cobertura de invalidez, tão importante para garantir a capacidade financeira para adaptação a uma nova realidade que pode ser de dependência. A cobertura de Doenças Graves assume também uma relevância cada vez maior, pela disponibilização de capital para fazer face a despesas inesperadas e assegurar o melhor tratamento. É, aliás, possível fazer um seguro de vida mesmo que existam determinadas patologias ou hábitos menos saudáveis.  

No caso de ter contratado um seguro de vida ligado ao crédito habitação, esse capital será usado para liquidação do empréstimo, mas não assegura a manutenção da estabilidade financeira aos dependentes, daí a importância de ter uma solução que responda a esta necessidade. Ao contrário da ideia generalizada, não é um seguro caro uma vez que é possível adaptar o custo à capacidade financeira de cada pessoa e contratar um capital que seguramente fará toda a diferença caso o imprevisto aconteça.  

A incerteza trazida pela pandemia e a instabilidade do panorama internacional provocado pelo conflito armado a que assistimos, eleva a responsabilidade de promover a contratação do seguro de vida no sentido da proteção pessoal e familiar. As seguradoras e os canais de distribuição têm um importante papel neste processo.  

Em primeiro lugar, no desenvolvimento de seguros que se adequem às necessidades de cada fase da vida, com soluções Life Cycle que ofereçam coberturas in/out em função de cada etapa, estrutura familiar e outros fatores condicionantes.   

Em segundo lugar, na facilitação do acesso aos seguros de vida através da transformação digital, desde o momento da criação da necessidade, passando pela disponibilização de informação, pelo processo de subscrição e acesso permanente à documentação.  

Por último, proporcionando formação técnica e comercial adequada aos responsáveis pela distribuição, de forma a terem as competências necessárias para desmistificar este tipo de produto cada vez mais essencial, porque subscrever um seguro de vida é planear a longo prazo de forma a ter crédito num futuro incerto. 



Sandra Calejo, Coordenadora Vida e Pensões da MDS Portugal 
Publicado no suplemento Seguros, do jornal Vida Económica
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